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    <title>Luis Nassif - Blog</title>
    <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog/5</link>
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    <dc:language>pt-br</dc:language>
    <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 12:37:38 GMT-03:00</pubDate>
    <item>
      <title>Ser ou não ser</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8273</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ALEXANDRE SCHWARTSMAN&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Folha de hoje&lt;/p&gt;&lt;p&gt;RECENTEMENTE abordei a questão da &amp;quot;inflação importada&amp;quot;, uma das muitas desculpas para a rápida deterioração do ambiente inflacionário no país, mostrando que, ao contrário do que se crê, a aceleração da inflação é um fenômeno doméstico. Dito isso, não há como negar que estamos enfrentando um aumento considerável da inflação ao redor do mundo associado a preços de commodities, colocando os bancos centrais ante um desafio como há muito não se via. (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRt3SgoQ2aq0_bQj" target="_blank"&gt;continua aqu&lt;/a&gt;i)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comentário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nem Deus consegue negar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 12:35:00 GMT-03:00</pubDate>
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    <item>
      <title>A força do pop neocon acabou?</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8261</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogln.ning.com" target="_blank"&gt;Do Grupo Mídia, da Comunidade do Blog&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Publicado por wedencley alves&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há um ano &amp;quot;postei&amp;quot; uma mensagem que Nassif destacou em seu blog. Foi intitulada &amp;quot;o Estilo Pop Neocon&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estávamos no auge de um &amp;quot;estilo&amp;quot; que parecia jogar-nos numa incrível insanidade retórica. Alguns personagens ocupavam veículos importantes, fazendo das palavras braços armados. Violência simbólica contra adversários, e contra pessoas comuns.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vontade de impor o pensamento único, através de um catastrofismo e de um arremedo de macartismo que, imaginávamos, jamais veríamos no Brasil em períodos democráticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A dúvida é se esse &amp;quot;estilo&amp;quot; perdeu a força de vez (talvez tenha perdido a graça!), ou encontra-se em refluxo apenas para ser retomado em períodos políticos mais intensos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ou será que se encontra acuado? &lt;a href="http://blogln.ning.com/group/midia/forum/topic/show?id=2189391%3ATopic%3A6507 " target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para participar das discussão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Ricardo Queiroz Pinheiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Boa Weden,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a virulência de certos personagens desse estilo chega a assustar. Cada vez que ouço determinados discursos sinto-me sufocado. Algo como ser torturado e estar mudo de dor e perplexidade. Exagero? O discurso neo-con é travestido de transgressão, dá voz a um sentimento calado nas pessoas de revolta e insatisfação, por ser genérico cabe em qualquer buraco. Penso que estamos vivendo um refluxo, os soldados estão recarregando suas armas. Por outro lado surgem alguns contrapontos, insisto nisso. O contraponto a esse discurso homogêneo é investir nas nuances, no amiúde.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não estamos mais no momento da luta ditadura x democracia , porém todos nós carregamos essa formação, somos influenciados por esse período. Os tempos mudam, os interesses se desnudam, os caminhos divergem. A liberdade é heterogênea. Esquecer (não é fácil) que o mundo não se divide entre mocinhos e bandidos, entre pt x psdb, entre gregos e baianos é um exercício diário de revisão dos próprios conceitos. A imprensa ocupou importante papel no processo de redemocratização, não obstante alguns truques de marketing que foram utilizados no calor desse processo. Esses mesmos veículos hoje dão voz a essa retórica neocon. Mudança de posicionamento ideológico ou novo plano de metas?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As trombetas reclamam a liberdade de expressão, mas o pensamento é único, portanto a diversidade vai para o ralo. Tudo parece bem concatenado: os destruidores de reputação, as colunas sociais com &amp;quot;fontes quentíssimas&amp;quot; que mal disfarçam o cinismo de suas notas &amp;quot;despretensiosas&amp;quot;, os programas de entrevistas que supôem os entrevistados como meros imbecis, os programas de debates que não suscitam ... debates. O estilo neocon é um pedaço desse bolo sem gosto,sem graça que torna o mundo da informação um depósito de maus escribas, de estriões e de retóricas arrogantes.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 12:00:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Em Petrolina</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8272</link>
      <description>&lt;p&gt;Amanhã estarei palestrando em Petrolina (PE). Aliás, há anos queria conhecer a região e entender o fenômeno da fruticultura e da vinicultura. Pena que não dará para ficar muito tempo na Recife, em que inspirei para dar o nome de Dora à minha caçula do frevo e do maracatu.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 10:23:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>O acordo com o Sistema S</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8271</link>
      <description>&lt;p&gt;O Ministério da Educação chegou a um bom acordo com o Sistema S. Os recursos continuarão sendo administrados pelas federações empresariais. Mas amplia-se o número de alunos isentos de pagamentos e se alinha  a política do Sistema com as do MEC (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRt3SgoQ2aq0_bQj " target="_blank"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;, no Estadão).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O meio artístico respira aliviado: o maior estimulador de políticas culturais no país, o Sesc, continuará ativo. E São Danilo, protetor das artes, continua sendo a maior bandeira do sistema.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 10:18:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Empresas investem menos</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8270</link>
      <description>&lt;p&gt;Era sabido que a taxa Selic tem mais impacto sobre investimentos do que sobre consumo. Pesquisa da Serasa indica que o percentual de empresas que pretendem investir caiu de 58%, nas pesquisas para 2007, para 53% (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRt3SgoQ2aq0_bQj " target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A razão é conhecida. Mercado interno esfriando, por conta de redução de renda e de crédito; mercado externo fechado por conta do câmbio. Não adianta o câmbio baratear preço de máquinas se o câmbio reduz perspectiva de venda.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 09:36:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Os antiinflamatórios</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8269</link>
      <description>&lt;p&gt;Ontem a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu mais antiinflamatórios no país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Chamo atenção para esse ponto, até por experiência própria (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRt3SgoQ2aq0_bQj " target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No ano retrasado, no meu check-up anual, meu médico identificou que os rins estavam trabalhando com apenas 30% da capacidade. Fui imediatamente encaminhado a um nefrologista. Nos exames, ele constatou que a causa era um antiinflamatório que estava tomando.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Suspendi imediatamente. Trinta dias depois os rins recuperaram a capacidade. Mas, segundo ele, a capacidade poderia tanto ter subido para 50, 70% (como subiu), como caído mais ainda, me deixando em situação crítica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Surpreendi-me pelo fato de jamais ter sido alertado para esse risco no uso desse tipo de remédio.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 09:28:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Nem os heróis escapam</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8268</link>
      <description>&lt;p&gt;Segundo o Estadão de hoje, o ator Christian Bale, que interpretou Batman no filme &amp;quot;O Cavaleiro das Trevas&amp;quot; foi detido em Londres, depois de ter agredido a própria mãe e a irmã. Como os policiais são fãs do Batman, adiaram a prisão para não interferir na estréia do filme.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img width="200" height="294" src="http://catallaxyfiles.com/wp-content/uploads/2007/02/batman-color.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 09:22:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Os candidatos de ficha suja</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8267</link>
      <description>&lt;p&gt;É importante a lista dos candidatos com &amp;ldquo;ficha suja&amp;rdquo;, promovida pela Associação dos Magistrados do Brasil. Há a necessidade de uma divulgação ampla dos problemas enfrentados (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRt3SgoQ2aq0_bQj " target="_blank"&gt;clicar aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A questão é que existem processos e processos. O administrador público tanto pode ser condenado por malversação clara de recursos como por erros em procedimentos burocráticos. Sem contar a responsabilidade difusa em casos complexos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tome-se o caso do Banespa, no governo Quércia. Houve a aprovação de financiamentos irregulares. Competia aoDepartamento de Crédito analisar e à diretoria referendar. Fora a área específica, a não ser nos casos mais cabeludos, seria impossível ao diretor de outra área saber se a análise foi bem feita ou não. Teoricamente, cada diretor teria que ter seu próprio departamento de análise para analisar as análises do Departamento de Crédito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo assim, as condenações pegaram todos, de inocentes a culpados.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 09:11:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>O caso Greenhalgh</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8266</link>
      <description>&lt;p&gt;A divulgação, pelo Globo, de conversas entre Luiz Eduardo Greenhalgh e Humberto Braz &amp;ndash; o chefe do lobby do Opportunity &amp;ndash; traz um combustível adicional para a Operação Satiagraha (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRt3SgoQ2aq0_bQj" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pelas conversas gravadas, Greenhalgh exigiu US$ 260 milhões do Opportunity e do Citi para ajudar a viabilizar a venda da BrT para a Oi. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Repete-se a saga do governo Erundina. Na época, a prefeitura conversava com a Luibeca para autoriação para construção de um complexo imobiliário. Lembro-me de ter conversado com executivos do projeto, que se diziam encantados com as negociações com a prefeitura. Todas as exigências de Erundina e sua Secretária da Habitação, Herminia Maricatto, tinham por objetivo o bem do município: ampliar áreas de preservação, preservar borboletas e outras espécies, ampliar praças.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aí entrou Greenhalgh e praticamente destruiu a gestão Erundina, com o lobby em cima da Lubeca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos grampos, se revela que a Ministra-Chefe Dilma Rousseff se recusou a se envolver. Mas, dadas as características da operação, será muito difícil o governo convencer de que não haviam fatores adicionais na operação.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 08:42:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
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      <title>A máquina chinesa</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8264</link>
      <description>&lt;p&gt;Na aba de &lt;a href="http://www.projetobr.com.br/web/blog/6" target="_blank"&gt;ECONOMIA&lt;/a&gt;, a Coluna Econômica mostra estudos sobre os impactos da queda do ritmo das exportações chinesas sobre o PIB.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 07:00:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Trivial de Barrios</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8265</link>
      <description>&lt;p&gt;Algumas peças executadas pelo grande violonista paraguaio Agustin Barrios, o homem que poderia ter se ombreado com Segovia, se tivesse nascido em outro hemisfério, um dos violonistas fundamentais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="300" height="295" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" flashvars="configXmlUrl=http%3A%2F%2Fblogln%2Ening%2Ecom%2Fxn%5Fresources%2Finstances%2Fmusic%2Fplaylist%2Fmusic%2Dconfig%2Exml%3Ft%3D1216754714&amp;amp;playlist_url=http%253A%252F%252Fblogln%252Ening%252Ecom%252Fmusic%252Fplaylist%252Fshow%253Fid%253D2189391%253APlaylist%253A29%2526fmt%253Dxspf&amp;amp;placeholder_url=http%3A%2F%2Fblogln%2Ening%2Ecomhttp%3A%2F%2Fstatic%2Ening%2Ecom%2Fblogln%2Fwidgets%2Fmusic%2Fgfx%2Fplaceholder%2Epng%3Fv%3D3%2E4%2E3%2E1%253A6255&amp;amp;xn_app_url=http%3A%2F%2Fblogln%2Ening%2Ecom&amp;amp;display_add_links=off&amp;amp;detach_btn=off&amp;amp;display_logo=1&amp;amp;display_opacity=50" type="application/x-shockwave-flash" scale="noscale" bgcolor="#000000" wmode="transparent" data="http://blogln.ning.com/xn_resources/widgets/music/swf/xspf_player.swf"&gt; &lt;param value="http://blogln.ning.com/xn_resources/widgets/music/swf/xspf_player.swf" name="movie" /&gt; &lt;param value="configXmlUrl=http%3A%2F%2Fblogln%2Ening%2Ecom%2Fxn%5Fresources%2Finstances%2Fmusic%2Fplaylist%2Fmusic%2Dconfig%2Exml%3Ft%3D1216754714&amp;amp;playlist_url=http%253A%252F%252Fblogln%252Ening%252Ecom%252Fmusic%252Fplaylist%252Fshow%253Fid%253D2189391%253APlaylist%253A29%2526fmt%253Dxspf&amp;amp;placeholder_url=http%3A%2F%2Fblogln%2Ening%2Ecomhttp%3A%2F%2Fstatic%2Ening%2Ecom%2Fblogln%2Fwidgets%2Fmusic%2Fgfx%2Fplaceholder%2Epng%3Fv%3D3%2E4%2E3%2E1%253A6255&amp;amp;xn_app_url=http%3A%2F%2Fblogln%2Ening%2Ecom&amp;amp;display_add_links=off&amp;amp;detach_btn=off&amp;amp;display_logo=1&amp;amp;display_opacity=50" name="FlashVars" /&gt; &lt;param value="transparent" name="wmode" /&gt; &lt;param value="#000000" name="bgcolor" /&gt; &lt;/object&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 20:59:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>13 anos sem Laurindo</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8259</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogln.ning.com" target="_blank"&gt;Da Comunidade do Blog&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Laura Macedo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Laurindo Almeida teve uma enorme importância ao introduzir o violão brasileiro no mundo do jazz norte-americano, tornando-se um dos violonistas brasileiros mais conhecidos ( sem o &amp;quot;de&amp;quot;, como era chamado no Brasil) e apreciado nos Estados Unidos, aonde chegou, em 1947, com trinta anos de idade e por lá viveu por 48 anos até sua morte, ocorrida em 26 de julho de 1995.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nasceu na pequena cidade litorânea &amp;quot;Prainha&amp;quot;, hoje &amp;quot;Miracatu&amp;quot; (perto de Santos - SP), em 02/09/1917. Oriundo de uma família musical - o pai era apaixonado por música e serestas, a mãe pianista amadora e a irmã violonista -, o dom que possuía não foi difícil aflorar (&lt;a href="http://blogln.ning.com/profiles/blog/show?id=2189391%3ABlogPost%3A6276 " target="_blank"&gt;continua&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Foto de Laurindo, autografado por Pixinguinha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img width="300" height="516" src="http://api.ning.com/files/Tp14mvPtIT945tF3XYD1M2DbSiB8R9gp80iyKuXzEXqst1c6fIRYiKWe3uCiUKKoVBFmF05H437L32D*HQlH*tR6cJHgGL8G/LAfotoautografadaPixinguinha.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Laurindo, com Modern Jazz Quartet, colocada por Marcos P.B.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W-9OrHd6QdM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;embed width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/W-9OrHd6QdM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="never"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="never" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 18:00:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>A música em Paranapiacaba</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8252</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Vinicius G. de Lima&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nassif,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;não sei se é de seu conhecimento, e também dos leitores do blog, o Festival de Inverno de Paranapiacaba. Segue como sugestão a programação do próximo fim de semana:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dia 26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 15h - Trio 202 Nelson Ayres, Toninho Ferragutti e Ulisses Rocha (Clube ULS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h - Fabiana Cozza e banda (Espaço Viradouro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h - Balé de Diadema e Grupo Pedra Branca (Clube ULS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21h - Otto e banda (Espaço Viradouro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dia 27&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;13h - Sound Scape Big Band (Clube ULS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h - Eddie C. Campbel e Irmandade do Blues (Espaço Viradouro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h - Badi Assad Trio (Clube ULS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h -Scott Henderson Trio (Espaço Viradouro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para assistir às apresentações é preciso trocar o ingresso por 1 kg de alimento com duas horas de antecedência.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 18:00:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>No Bar do Alemão</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8262</link>
      <description>&lt;p&gt;Sábado próximo vou tocar no Bar do Alemão (no Viaduto Antárctica) a partir das 22 horas. O Gudin e o Flavinho estão convidando os dinossáuricos do bar para revivermos os anos 70. Naquele período, vários órfãos do interior passaram por lá para grandes rodadas de choro e de samba.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os profissionais do Rio - João Nogueira, Cartola, Nelson Cavaquinho, João Bosco, Clara Nunes, Paulo César Pinheiro - em geral chegavam mais tarde. Até à meia noite a mesa 8 (da diretoria) era ocupada pelos amadores e semi-profissionais: o Nelsinho no cavaco, Dagô no pandeiro, Serginho Leite e Heraldo no violão, eu no bandolim. Gudim, que inaugurou o bar, àquela altura estava frequentando outros pedaços, mas sempre aparecia para uma canja.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois, foram chegando Vicente Barreto, Arismar, o Bendengó, Carlinhos Vergueiro, além dos canários da casa, a Tina e o Jorge Broda (de Broadway).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Havia os personagens definitivos, como o Pelão, o Baiano, o Almeida, Aloisio Falcão e tantos outros. E todos os jornalistas da Abril, do Estadão, Cultura, Folha e arredores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foram tempos inesquecíveis, que marcaram não apenas nossa vida como a boemia de São Paulo. E lançaram para a música muitos craques que hoje estão por aí.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Agenda da Comunidade do Blog tem as indicações para chegar ao bar (&lt;a href="http://blogln.ning.com/events/event/show?id=2189391:Event:6232" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Espero encontrar os amigos que frequentavam o bar na época.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 17:08:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Os problemas do Blog</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8258</link>
      <description>&lt;p&gt;Na semana passada o Blog enfrentou alguns problemas. Acabei traçando um diagnóstico injusto para com os desenvolvedores - que estavam implementando o sistema de buscas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo os dados do Google, o número de acessos mais que dobrou no período. O Blog suportou porrada forte e só abriu o bico uma vez.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:33:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>A discussão sobre o off</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8257</link>
      <description>&lt;p&gt;Na &lt;a target="_blank" href="http://blogln.ning.com"&gt;Comunidade do Blog&lt;/a&gt;, o grupo MÍDIA começou uma discussão sobre os Observatórios de Mídia que acabou derivando sobre um tema penoso, para nós jornalistas, mas que entrou na ordem do dia com os recentes problemas jornalísticas: o &amp;quot;off&amp;quot; (não revelar o nome da fonte ou não dar nenhuma indicação sobre a origem da informação) ainda é um recurso legítimo, ou seu uso para a manipulação da Justiça obriga a rever e/ou aprimorar esse conceito?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://blogln.ning.com/group/midia/forum/topic/show?id=2189391%3ATopic%3A5933"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para participar da discussão. Espero que, depois, o moderador Weden, possa fazer uma síntese crítica das discussões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comentário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É uma discussão dura. Quando comecei no jornalismo, anos 70, já havia um desvirtuamento do &amp;quot;off&amp;quot;. Em tese, o &amp;quot;off&amp;quot; é elemento essencial de investigação. Mas deveria ser o ponto de partida. Uma fonte em off passa uma dica relevante, ou um documento. Em cima disso, se avançam nas investigações, se confirma ou desmente a informação com outras fontes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O caso Watergate marcou muito o jornalismo dos anos 80. Havia a idéia de que toda informação confirmada por três fontes em off poderia ser publicada. Acontece que, no caso Watergate, estava em jogo uma das mais importantes instituições norte-americanas - a Presidência. Por isso mesmo, todo cuidado era pouco. O &amp;ldquo;off&amp;rdquo; foi utilizado com todo discernimento possível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por aqui, criou-se a síndrome das três fontes até em colunas de notas. Essas colunas são fechadas de afogadilho. É mais fácil uma fonte passar três informações delicadas do que conferir uma informação com três fontes. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas se publicam informações, muitas delas acusações contra terceiros e, quando o atingido reclama, a resposta costuma ser sempre: confirmada com três fontes. Quem trabalha no dia-a-dia sabe que, na maioria absoluta dos casos, a resposta não é verdadeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo assim, a informação em off continua sendo um dos pilares do jornalismo e dos sistemas de controle sobre os diversos poderes. A questão essencial é: como trabalhar o &amp;quot;off&amp;quot; de maneira a torná-lo um instrumento legítimo?&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:19:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Acordando para a miséria</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8256</link>
      <description>&lt;p&gt;Logo no pós-Guerra a questão da fome mundial mereceu estudos, trabalhos e a ação de notáveis economistas reunidos em torno da Organização das Nações Unidas. A idéia de que o desenvolvimento teria o papel libertador da miséria foi ponto central em inúmeros estudos que sugiram no período, do trabalho extraordinário do brasileiro Josué de Castro aos estudos fundamentais de Alberto Hirschman.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de algumas décadas, mudou-se o eixo dos estudos econômicos, que passaram a focar exclusivamente na liberação dos capitais como única condição para que se alcançasse o desenvolvimento e se eliminasse a miséria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora o pêndulo começa a retornar. Já nos anos 90 o Banco Mundial dava os primeiros passos, amarrando pré-condições ambientais à liberação de seus financiamentos. Depois surgiram iniciativas como o Banco do Povo e o Bolsa Família.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, o combate à  miséria passa a entrar de novo no centro dos grandes estudos econômicos.&lt;br /&gt;É nessa linha o artigo do Prêmio Nobel Finn E. Kydland, publicado no Valor, que, juntamente com outros Nobels de Economia, propuseram ações internacionais contra a miséria (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDR-CSgoQxe651rQj " target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:25:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>60 anos da Declaração dos Direitos Humanos</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8255</link>
      <description>&lt;p&gt;Um dos grandes humanistas de nossos tempos, antes de ser economista Luiz Gonzaga Belluzzo fez direito. É filho de juiz. Também já sentiu na pele os processos de clamor das turbas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Valor de hoje escreve um substancioso artigo sobre os 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDR-CSgoQxe651rQj " target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aborda a questão da fuga dos ritos legais&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Estado, enquanto detentor do monopólio da violência, está permanentemente dilacerado entre o dever de impor tempestivamente a sanção legal aos transgressores da lei e a missão de impedir que a sociedade seja submetida à tirania do soberano absolutista e à crueldade de seu métodos punitivos. Paradoxalmente, como diz o preâmbulo da &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Declaração, a inobservância do princípio da legalidade processual está prestes a reinstaurar a guerra privada e o favorecer o aparecimento de alguma forma de despotismo extralegal. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Na impossibilidade de encontrar os meios adequados para conter a violência e a onda criminosa, o temor hobbessiano da destruição e da morte engendram a fuga para as campanhas de opinião que apelam para medidas extremas. São manifestações de impotência, travestidas de ações da sociedade civil, em cujos becos e desvãos escuros se acumulam os miasmas que intoxicam a vida social com os venenos da suspeita generalizada e do medo&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;E um alerta importante:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;O problema, hoje, não está rudeza dos costumes, digna da inteligência de chimpanzés, ou coisa pior. Graves são a desagregação do aparelho de Estado, a autonomização e a falta de transparência das burocracias encarregadas de vigiar e punir, e sua aliança ameaçadora com o poder repressivo &amp;quot;privado&amp;quot; das grandes corporações da mídia. Essa mixórdia institucional reflete as angústias que transtornam a alma da sociedade&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:14:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>A crise argentina</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8254</link>
      <description>&lt;p&gt;Matéria de Janes Rocha, do Valor sobre o dia seguinte ao da derrota de Cristina Kirchner (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDR-CSgoQxe651rQj " target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, seu governo acena com uma política agrícola visando aumentar a produção do país. É uma velha demanda dos agricultores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A grande dificuldade do estilo Kirschner é a de permitir a participação dos envolvidos na definição das políticas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse item, teria muito a aprender com seu vizinho Lula.  Um dos pontos fortes do governo tem sido o da montagem de planos com participação dos setores envolvidos. Parte desse modelo veio através do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social). De forma mais objetiva, através da política industrial recentemente lançada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto fraco tem sido o da descontinuidade &amp;ndash; já são duas políticas industriais seguidas, com mudança de ênfases.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:07:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Os impasses de Doha</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8253</link>
      <description>&lt;p&gt;A rodada Doha, da OMC (Organização Internacional do Comércio), continua confusa (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDR-CSgoQxe651rQj " target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os especialistas, há quem defenda a ênfase nas negociações bilaterais. É uma velha discussão. O setor privado sempre achou que seria mais produtivo. O Itamarati sempre apostou no grande acordo em torno da OMC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O agravamento da crise internacional e a questão do meio ambiente, conflito alimentos x energia, está por trás dos impasses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os países desenvolvidos, a liberalização agrícola seria de grande valia, inclusive para reduzir as pressões orçamentárias internas. Mas pretendem arrancar concessões da área industrial. Por outro lado, com o câmbio derrubando no limite a competitividade da produção industrial interna, o Itamarati não tem condições de avançar em concessão alguma nessa área.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O caminho correto teria sido manter um câmbio competitivo para, inclusive, ter espaço para eventuais concessões tarifárias. A composição final do preço dos importados é a soma dos dois: câmbio e tarifas. Com o câmbio lá embaixo, redução adicional de tarifas significaria sepultar de vez qualquer veleidade de industrialização autônoma no país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo do etanol, o jogo é mais complexo. É evidente que, depois do fracasso dos países centrais em produzir álcool, a saída imediata seria reduzir as tarifas de importação do Brasil e conseguir baratear o consumo interno. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o que está em jogo é algo estratégico. Se abrir o mercado hoje, permitirão que o etanol tropical defina o novo modelo energético. Isso ocorreria antes das novas tecnologias (etanol celulósico) estarem disponíveis e competitivas. O endurecimento, agora, visa preparar o futuro para as tecnologias nacionais dos desenvolvidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um jogo de gente grande, com clareza sobre seus próprios interesses. É curioso que, no Brasil, ainda existam os defensores da abertura total e indiscriminada do comércio. Se fosse a saída, porque os desenvolvidos não abririam em setores nos quais não são competitivos?&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 09:59:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>A financeirização mundial</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8251</link>
      <description>&lt;p&gt;Na aba de &lt;a target="_blank" href="http://www.projetobr.com.br/web/blog/5"&gt;ECONOMIA&lt;/a&gt;, a Coluna Econômica fala sobre o tema central do livro &amp;quot;Os Cabeças de Planilha&amp;quot;: a maneira como a financeirização mundial foi desvirtuada para abrigar o dinheiro criminoso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Andre Araujo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ideologia neoliberal produziu efeitos financeiros especialmente favoráveis aos EUA porque a liquidez parqueada contabilmente nos paraisos fiscais na etapa seguinte migra para os EUA, unico mercado capaz de absorver trilhões de dólares pela existência de uma massa de titulos federais, municiapis e corporativos à disposição dos investidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se esse foi o desdobramento financeiro da ideologia neoliberal, as consequências politicas foram o enfraquecimento dos Estados e a abdicação de soberania por Governos preguiçosos, que terceirizaram para o mercado tarefas que seriam de sua obrigação .&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O neoliberalismo com seus efeitos chegou ao fim de ciclo legitimado. No campo financeiro, a excessiva liquidez induz à tomada de riscos excessivos pelos administradores, remunerados por uma parte dos ganhos que se obteriam com esses investimentos de alto risco. Ao mesmo tempo esgotaram-se os negócios de fusões e aquisições, area preferencial do capital especulativo que não sente atração por investimentos de longo prazo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo politico, a globalização financeira propriciou um aumento exponencial do crime organizado, que estava sob muito maior repressão quando os Estados nacionais controlavam suas fronteiras cambiais, fiscais e corporativas. A internacionalização dos preços de alimentos, propagando a inflação mundial a partir da Bolsa de Chicago será a pá de cal desse ciclo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A lógica politica tenderá a segurar os alimentos em cada pais em detrimento da liberdade dos mercados&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 07:00:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Trivial das grandes capas de LP</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8248</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogln.ning.com" target="_blank"&gt;Da Comunidade do Blog&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Enviado por Helô&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogln.ning.com/profile/Helo" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para ir à página da Helô e apreciar 28 capas imperdíveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img width="400" height="493" src="http://api.ning.com/files/EsbrDgWiQfxa4RamUYLrYZoax5gLqbsuU-0jOrWQwH1UF3UNN*lqLGgextB7byImx2mQJlihBYpOTkPUpckbwHuuMaHiCNz9/IMG_0442.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 21:00:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Os seres virtuais</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8240</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Por lu dias/bh &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;HOMENAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de atrasado, o meu poema é uma homenagem a todos os companheiros virtuais, pelo Dia do Amigo.&lt;br /&gt;Vocês são todos especiais, cada um a sua maneira.&lt;br /&gt;Muitos beijos no coração de cada um!&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMPANHEIROS VIRTUAIS&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu fico cá imaginando cada um deles&lt;br /&gt;As suas manias e gestos habituais&lt;br /&gt;O que fazem ou lêem no momento&lt;br /&gt;Suas famílias e seus animais&lt;br /&gt;Seus livros, músicas e talentos&lt;br /&gt;Alegrias, tristezas, tormentos &lt;br /&gt;E as coisas que lhes são normais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E eu me pergunto:&lt;br /&gt;Será que gente virtual existe &lt;br /&gt;De verdade ou de mentirinha?&lt;br /&gt;Oi? Quem é você amigo, ou amiga,&lt;br /&gt;Cruzando a minha telinha?&lt;br /&gt;São tantos carinhos, afetos, magia&lt;br /&gt;E também farpas, brigas, arte, poesia...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo num faz-de-conta&lt;br /&gt;Como o sol beija a areia dos desertos&lt;br /&gt;E o mar roça as praias e escarpas&lt;br /&gt;E as estrelas inexistem durante o dia&lt;br /&gt;É um grande mosaico de amores e ira&lt;br /&gt;Rebentos de palavras amorosas&lt;br /&gt;Doidivanas, ensandecidas e luminosas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu me mergulho em cada comentário&lt;br /&gt;Na tentativa de lhe arrancar a alma&lt;br /&gt;Vou nas entrelinhas buscar a essência&lt;br /&gt;De cada um que trafega na tela&lt;br /&gt;De meu notebook ecumênico&lt;br /&gt;Bem mais generoso de que eu,&lt;br /&gt;Muitas vezes carregada de picuinhas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cada um é extremamente especial&lt;br /&gt;Com sua peculiar fragrância&lt;br /&gt;Com seu jeito de ouvir, de falar&lt;br /&gt;Mas a mim só cabe imaginar&lt;br /&gt;Os meus amigos virtuais&lt;br /&gt;De tantas horas passadas juntos&lt;br /&gt;Tão verdadeiros, mas tão irreais.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:00:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>As teses do Blog</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8249</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogln.ning.com" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Da Comunidade do Blog&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do grupo Download de Teses&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Publicado por Luiz Horacio de Almeida Geribello&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos grandes segredos que permanecem intocados para a Ciência é o de como conseguir produzir organismos cibernéticos inteligentes, com níveis de consciência semelhantes aos humanos. Existirá essa possibilidade? Haverá um caminho a seguir? Como fazer com que as máquinas, tradicionalmente vistas como objetos inanimados e de alguma forma metálicos, possam manifestar qualidades próprias da vida inteligente? Haveria ao menos direções de estudo a serem cumpridas, para quem sabe num futuro distante isto se tornar realidade? Um bom caminho, além de buscar a capacidade de processamento (pensar), seria o de buscar a capacidade de falar (interagir) em um ambiente coletivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogln.ning.com/group/downloadsdeteses/forum/topic/show?id=2189391%3ATopic%3A6070 " target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 16:31:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Um novo Observatório de mídia</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8246</link>
      <description>&lt;p&gt;Temos, na nossa comunidade, alguns craques em mídia, como o Weden e o C. Brayton.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses tempos loucos estão sendo úteis para decifrarmos algumas estratégias jornalísticas pouco ortodoxas. Já se falou nos &amp;ldquo;spin doctors&amp;rdquo; &amp;ndash; comentaristas especializados em levantar questões acessórias para desviar o foco do ataque. Weden esmiuçou bem, meses atrás, a história e o estilo dos neocons na imprensa americana. Brayton mencionou a expressão &amp;ldquo;ataque ao homem de palha&amp;rdquo; para definir alguns dos sofismas empregados pela retórica midiática.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vou abrir um Fórum na Comunidade do Blog para discutir esse assunto com mais profundidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Montei o grupo MÍDIA, dentro da Comunidade, para começar a discussão. &lt;a href="http://blogln.ning.com/group/midia" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para entrar, se cadastrar e começar a discutir. Além do fórum, espero que tragam trabalhos, estudos, artigos. O Grupo irá discutir tecnicamente essas questões, sem politização, sem personalização e sem baixarias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Weden está publicamente convidado para ser o moderador. Quando houver mais material, abriremos uma Comunidade completa para o Grupo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comentário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Colyn Brayton deixou um belo tema para começar a discussão: modelos de observatórios de mídia nos EUA. Coloquei no Fórum do Grupo Mídia da Comunidade do Blog (&lt;a href="http://blogln.ning.com/group/midia/forum/topic/show?id=2189391%3ATopic%3A5933" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 10:04:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>O manejo florestal</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8245</link>
      <description>&lt;p&gt;Matéria de Aline Monteiro, no Estado, informando que o governo vai dobrar a área de concessão florestal em 2009 (&lt;a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDQcjSgoQzKikhLQj" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Na campanha eleitoral, Geraldo Alckmin interpretou essa medida como &amp;quot;privatização da Amazônia&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tenho para mim que é a grande saída, por permitir a formalização da exploração racional da Amazônia, a definição do regime jurídico da exploração (arrendamento), a responsabilização legal por abusos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Por Régis Paiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prezado Nassif:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Premita-me discordar de você a partir de meus parcos conhecimentos a respeito do tema. Moro em Rio Branco -AC e vejo quase que diariamente os caminhões de toros passando diante de minha casa. Por conta disso tenho acompanhado de forma discreta estas ações. É preciso dizer sobre o tema que a extração madeireira não será a solução para a panacéia de problemas locais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se antes os madeireiros eram apontados como os grandes desvastadores, também empregavam mais pessoas em suas serrarias. O que reduziu o desmate foi a elevação da pauta (impostos) para a exportação de madeira bruta. Os antigos madeireiros, sem ter como pagar pelos planos de manejo, foram alijados do mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, se antes se empregava até 50 pessoas em uma serraria de 20-30 m&amp;sup3; dia, hoje estas empregam a metade e serram o dobro. Ampliou-se a quantidade explorada e diminuiu-se os empregos locais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, é preciso chamar a atenção para o valor pago por árvore para cada pessoa residente no local ou mesmo no caso das licitações. uma árvore é vendida por R$ 50, sendo que produz 30 m&amp;sup3; que serão vendidos por R$ 200 m&amp;sup3;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É preciso lembrar ainda que os tais leilões das matas publicas somente terão participantes entre as mega madeireiras (as Orientais), excluindo o capital local.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado: o mesmo impacto de antes e também o mesmo retorno (zero x zeroa) para a comunidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É preciso ainda repisar o fato de não estar o país preparado para fiscalizar os 'manejos florestais'. Pergunte para qualquer grindo (EUA) que tenha estudado as florestas deles (Coníferas) e pelo menos passeado por aqui e verás as diferenças. Em um hectare de mata amazônica se tem mais espécies que em centenas de hectares da floresta deles.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, existe ainda o fato da forma de exploração, que devido ao pequeno número de espécies florestais exploradas (normalmente Mogno, Cedro, Cerejeira e mais uma ou uma ou duas espécies de lei, seguida por uma ou duas para a laminados). Mesmo com a história do manejo o corte se dá de forma seletiva tanto quanto antes.&lt;br /&gt;Os ataques contra o ambiente ocorrem aleatoriamente à medida que se embrenham na floresta em busca das árvores. São homens e máquinas (Tratores do tipo Skider e motosseras) criando um desarranjo na biota.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E tudo isso para quê? Para se exportar tábuas ou no máximo compensados, enquanto que o verdadeiro dinheiro será gerado fora (vide o preço do produto acabado na Europa).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em todos os locais o extrativismo pouco contribuiu para o desenvolvimento in situ. Dizer que a Amazônia vai se desenvolver com isso é uma mentira. Lembre-se que cada área é explorada e somente o poderá ser outra vez após 30 anos. Você acha que o madeireiro vai esperar isso? Vai destruir tudo e ir embora. O passivo será a herança do manejo, junto com a pobreza crônica local.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 09:46:00 GMT-03:00</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>O país da importação</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8244</link>
      <description>&lt;p&gt;Matéria de Agnaldo Brito, na Folha, sobre o país dos commodities: exportamos ferro e importamos trilhos (&lt;a target="_blank" href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDQcjSgoQzKikhLQj"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A matéria é ilustrativa da grande ilusão que se criou em torno do grau de investimento para o país. Essa classificação analisa apenas a capacidade de pagamento das dívidas em dólares. O grau de investimento teoricamente reduziria o custo de captação de financiamento externo para empresas e Estado brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na verdade, há tempos já vinha caindo o risco Brasil e as empresas brasileiras - no rastro da grande esbórnia de crédito dos últimos anos - passaram a ter acesso a crédito quase ilimitado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só que, na hora de investir, comparavam o custo Brasil com o de outros países; comparavam o valor do real com o de outras moedas. E a decisão racional era aplicar esses recursos fora do país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse é um dos males da falta de visão estratégica, da falta de think-thanks brasileiros. Um plano estratégico daria foco na melhoria do câmbio, nas reformas estruturais, na logística, na infra-estrutura em geral. Todos os pontos são relevantes. Não existe nada mais enganador do que essa história de que, em vez de falar em câmbio, deveríamos falar em reformas; ou vice-versa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem esse ambiente adequado, criamos belas empresas mutlinacionais. Quanto mais tempo demorar para acertar os fundamentos da economia (e o câmbio é o de resposta mais rápida), mais essas empresas deixarão se seguir a lógica da economia nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Por José Augusto Zague&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A matéria deixa de analisar em minha opinião alguns aspectos relevantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1 - O transporte ferroviário responsavel pela disseminação da cultura cafeeira pelo interior do Brasil no fim do seculo XIX e inicio do XX, deixou de ser prioridade desde a segunda metade do seculo passado em que o transporte rodoviário ocupou esse espaço.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2 - O Brasil deixou de ter uma industria de material ferroviário - Cobrasma, Mafersa, Santa Matilde - entre o fim da decáda de 80 e inicio de decada de 90, apenas a norte-americana GE permanece no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3 - A produção chinesa de aço de aproximadamente 500 milhões de toneladas ao ano é um terço de toda produção mundial, isso confere um gigantesco ganho de escala e evidente queda no custo de produção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4- A maleabilidade na execução da politica cambial chinesa torna praticamente impossivel a concorrência, o que permite a China controlar mais de 80% do mercado de trilhos para o tranporte ferroviário em todo mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem levar em conta essas variáveis a matéria perde em minha opinião consistência. &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 09:11:00 GMT-03:00</pubDate>
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      <title>O verde de Obama e de McCain</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8243</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogln.ning.com/forum/topic/show?id=2189391%3ATopic%3A5674" target="_blank"&gt;Do Fórum da Comunidade do Blog&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Publicado por Jorge Henrique Cordeiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estamos na reta final das eleições americanas e o mundo está atento ao que os dois candidatos têm proposto para o meio ambiente. Afinal, os EUA são o maior poluidor do planeta e passou os oito anos da administração Bush ignorando os apelos mundiais por respostas diretas ao desafio das mudanças climáticas. Mas vendo as propostas dos dois candidatos, está claro que isso deve mudar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que diz Barak Obama?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seu plano está totalmente focado no estabelecimento de metas. Quer redução de 10% nas emissões de CO2 dos veículos até 2020 e mais 1% por ano a partir daí. Todas as empresas terão que comprar permissões de CO2, para levantar recursos a serem investidos em energia limpa. Prevê a redução das emissões de CO2 do país em 80% até 2050 (que é a mesma posição dos cientistas do IPCC da ONU). As empresas terão também que usar 25% de energia renovável (solar, eólica e geotérmica, entre outras) até 2025, prevendo investimento de US$ 150 bilhões por parte do governo nos próximos 10 anos nessa área (Al Gore acha que dá pra ser mais ambicioso).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E McCain?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Evita falar em metas e muito menos em novas taxas para empresas, deixando praticamente tudo nas mãos do mercado. Em vez de impôr mudanças aos fabricantes de carros e produtores de energia, propõe redução de taxas para consumidores de carros com baixa emissão de CO2 e pretende oferecer um prêmio de US$ 300 milhõespara quem inventar a bateria de carro do futuro, que não polua. Não cita, em seu programa de governo, qualquer incentivo às energias renováveis. Mas aposta na icógnita do carvão limpo e adora nuclear: quer mais subsídios à essa indústria, propondo a construção de 45 novas usinas até 2030.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As cartas estão na mesa.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 09:06:00 GMT-03:00</pubDate>
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      <title>Passando a limpo</title>
      <link>http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8242</link>
      <description>&lt;p&gt;A parte mais relevante de todo esse imbroglio Dantas é o desvendamento dos esquemas offshore, onde se abriga a grande poupança brasileira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse é o terremoto: o restante é derivação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nem se pode dizer que seja surpresa. Em meu livro &amp;ldquo;Os Cabeças de Planilha&amp;rdquo; analiso em detalhes esse modelo, dou nome ao banco dos doleiros, mostro o esquema dos precatórios, relato como essa internacionalização do capital começa nos anos 80, no Brasil, se amplia no final da década e consolida-se nos anos 90 &amp;ndash; sob beneplácito do Banco Central.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mostro evidências de que a grande poupança brasileira foi para o exterior e voltou na forma de capital externo, em uma mistura atroz: desde capital legítimo que foi esfriado para não pagar imposto de renda; até dinheiro da criminalidade, corrupção política, comércio de jogadores, narcotráfico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Está tudo lá no livro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A questão agora é que com a Operação Satiagraha, não há mais como fingir que não existe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Receita e o Banco Central terão que atuar. Provavelmente será tirada rapidamente da algibeira uma Lei da Anistia para repatriação do capital brasileiro irregularmente internacionalizado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois da Satiagraha, o país nunca mais será o mesmo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Por marcos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caro Nassif.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como já fiz em outro comentário, gostaria novamente de indicar aqui, o artigo interessante para discussão sobre o histórico da formação dos capitais especulativos offshore e como seu funcionamento nos orienta aquilo que hoje podemos compreender sobre a atuação de Dantas e, possivelmente, outros tantos Dantas ainda não grampeados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O site é &lt;a href="http://www.resistir.info/eua/offshore_banks.html" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O artigo, entrevista, tem o título &amp;quot;Um grande especialista revela segredos dos centros bancários offshore&amp;quot;. Entrevista de Michael Hudson a Standard Schaefer. O professor Michel Hudson é economista financeiro independente e atua na Wall Street. É autor do livro Super Imperialism &amp;mdash; The Origin and Fundamentals of U.S. World Dominance. Mais referências no sítio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acho que é uma discussão relevante e de fundo sobre as questões que cercam o caso Dantas e suas falcatruas e que nos trazem elementos bastante interessantes para o que você propõe sobre esse &amp;ldquo;desvendamento&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comentário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Meu livro se baseou no que conheço do mercado brasileiro e em referências históricas sobre a financeirização da economia. Não tenho idéia sobre que sítio é este, indicado pelo Marcos. Mas a entrevista de Michael Hudson é o mais abrangente raio-x que já li sobre esse modelo descrito em meu livro.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 08:49:00 GMT-03:00</pubDate>
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